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“Etiqueta” nas redes sociais é mesmo necessário?
Em: 09/09/2016 por: Daiane Mira, Administradores.com
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Redes sociais são como locais públicos, portanto há de se ter cuidado com o que é mostrado

 

Com o aumento exponencial da utilização das redes sociais, sejam elas pessoais ou profissionais, temos visto que muitas vezes os comentários e o compartilhamento de informações e notícias, estão produzindo efeitos contrários àqueles que as pessoas desejam. Quem usa ativamente as principais redes e mídias sociais pode observar algumas posturas que fogem dos padrões esperados.

Quando um perfil é criado nessas redes, fica a critério do usuário aceitar ou não desconhecidos em sua rede. Em alguns casos, é possível utilizar aplicativos para aumentar o número de seguidores e consequentemente a “popularidade virtual” que esse número significa. É importante estar ciente de que ao postar fotos, localizações, viagens e impressões pessoais, essas pessoas desconhecidas terão acesso a todo o conteúdo. Claro que outra questão que o usuário pode escolher, é a segurança: quem tem acesso às informações postadas? Mesmo com uma rede de desconhecidos, é possível filtrar quem visualizará ou não. E esse é um ponto importante de segurança, já que pelas suas postagens é possível definir um padrão de rotina e facilmente identificar seus gostos e tentar uma aproximação virtual ou até mesmo pessoalmente. É necessário ter bom senso para zelar por sua segurança.

Falando em bom senso, é grande o número de pessoas que compartilham vídeos ou fotos de pessoas ou animais sofrendo maus tratos. Os vídeos de acidentes trágicos despertam grande curiosidade e comoção, mas será que em uma rede de entretenimento e distração isso é necessário? O sensacionalismo e as falsas notícias também são propagados nos compartilhamentos que algumas pessoas fazem lendo somente o enunciado da notícia, sem sequer olhar o conteúdo e verificar se ele não faz alusão a nada que lhe comprometa ou mencione nomes de pessoas, marcas e outros tipos de informação que denigram as imagens alheias. Essa é uma prática que se tornou muito frequente pela quantidade de informações que nos chegam pelas redes sociais, portanto é necessário verificar.

Falando especificamente do ponto de vista profissional, o LinkedIn é a maior rede utilizada. Principalmente nela, estão os principais perfis profissionais que você conhece, tem interesse ou prospectou para alguma ação. Mas, ultimamente, junto às postagens profissionais, encontramos selfies, textos filosóficos, correntes de orações e fotos totalmente inapropriadas. Até que ponto essa mudança do conteúdo é aceitável? Não se esqueça que as empresas e seus recrutadores estão de olho nas redes sociais profissionais e até pessoais.

Mas aí entra o livre arbítrio. “Caso não esteja satisfeito com o que posto, me exclua ou deixe de me seguir”. “A rede social é minha e eu posto o que eu quiser”. Bom, isso é uma verdade. Não dá para proibir ou impor regras sobre o que postar ou não. E já que temos a opção de não seguir mais a pessoa ou desfazer a amizade, essa é a única forma de evitar ver o que não nos agrada ou contratar quem não se adequa.

Daiane Mira - Executiva da DBACorp (www.dbacorp.com.br).

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