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Desemprego em Santa Catarina é desafio para o ano de 2016, destaca FACISC
Em: 30/05/2016 por: FACISC – Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina
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Foi divulgado nesta quarta (25/5) a variação do emprego formal (carteira assinada) entre janeiro e abril de 2016 pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Na ocasião, entre janeiro e abril de 2016 a taxa de crescimento do emprego formal fechou negativa no Brasil em -0,95% que representa o fechamento negativo de 378.481 vagas de trabalho no país. Santa Catarina por sua vez, tem nesse primeiro quadrimestre do ano de 2016, uma taxa de crescimento de 0,29% de emprego formal, registrando um saldo líquido da geração de postos de trabalho de 5.627 vagas. Os setores que mais empregaram em Santa Catarina foram os de: indústria de transformação (9.095) e a Administração pública (4.100). Do outro lado, o setor que mais demitiu no período foi o comércio, registrando um saldo negativo de -7.740 postos de trabalho no mercado de trabalho catarinense.

Outra pesquisa que analisa a questão do emprego no estado é a PNAD – C (Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por essa pesquisa a taxa de desemprego no país fechou em 10,9% no primeiro trimestre de 2016. No estado, a taxa de desemprego é a menor do país (6%), porém, o que preocupa é que esse patamar é o maior alcançado para a série histórica que mensura esse indicador.

Na avaliação do presidente da FACISC, Ernesto João Reck, o país e o estado tem passado por um momento crucial. “Estamos vivendo um período de instabilidade e insegurança quanto ao rumo que o país poderá se encaminhar, gerado por uma desestabilização da confiança, que perpassou todo o ano de 2015 e se perpetua nesse início de ano e faz com que a atividade econômica se reduza e o desemprego volte a se acentuar”, destaca Reck.

Outro ponto levantado pelo vice-presidente para a Indústria, André Gaidzinski é que os indicadores trazem um cenário econômico de estagnação. “Junto a esse fator se soma o cenário político agitado em que vivemos atualmente. Como resultado disso é o efeito sobretudo nas expectativas tanto de empresários bem como da população brasileira, que se reprimem e nos afastam de uma perspectiva de mudanças em curto prazo”, destacou André.

O empresário destaca que é bom lembrar que o Estado ainda é um dos líderes na geração de emprego formal e tem a menor taxa de desemprego do país, fatores esses que auxiliam o refreando de impactos maiores da crise atingirem o estado de Santa Catarina.

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