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O futuro e a transição do trabalho.
Em: 01/02/2016 por: inquietaria.99jobs.com
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Realizado entre os dias 20 e 23 de janeiro, em Davos (Suíça), o Fórum Econômico Mundial deste ano teve como tema “A Quarta Revolução Industrial”.

O relatório do WEF sobre o futuro do trabalho prevê que o setor produtivo terá uma perda líquida de 5 milhões de empregos em 2020, nas 15 economias que empregam 67% da força de trabalho global, por causa da expansão das tecnologias emergentes.

Ele destaca também que todas as indústrias terão algumas funções automatizadas. Algumas serão mais impactadas do que as outras, como os setores da medicina, de energia e indústria, construção e extração, entretenimento e jurídico.

Enquanto os setores de negócios e operações financeiras, gestão, computação, arquitetura e engenharia, vendas, educação e treinamentos terão juntos um crescimento de 2 milhões de empregos.

Haverá ainda uma demanda maior por especialistas em big data, desenvolvedores de Inteligência Artificial (IA) e outras tecnologias emergentes e por vendedores especializados.

A automatização do trabalho só tende a crescer. Segundo a Consultoria McKinsey, 140 milhões de trabalhos poderão ser automatizados pela tecnologia até 2015. Por isso, o grande desafio nos próximos anos é desenvolver novos empregos que atendam uma população maior do que a que temos hoje, evitando um declínio grande na classe média, pois o consumo diminui com uma classe média enfraquecida.

Esse processo atingirá basicamente pessoas que acreditam que para ser bem-sucedido é preciso se formar em uma boa faculdade para ter um bom emprego.

Diferente dos milennials, jovens nascidos entre 1980 e 2000, que fazem a transição do “work to” (trabalhar para) para o “work with” (trabalhar com), preparando-se e dando mais significância ao que fazem. Eles buscam mais liberdade para criar, ambientes flexíveis, criativos e colaborativos, em estruturas mais fluidas e horizontais. Os milennials contrariam o modelo empregatício que será aposentado pela automatização de vários setores da economia.

Nenhuma transição é indolor, sempre haverá perdas. Contudo, ela também abre um leque de possibilidades novas para explorarmos. O trabalho com propósito é uma delas.

Vicente Carvalho: Um eterno otimista que acredita no lado bom das pessoas. Curioso, louco, designer, filho, amigo, patinador de fim de semana, geek, amante de cinema, dorminhoco e aquele que vê sempre o lado cheio do copo.

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