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10 Quesitos para sobreviver e fazer carreira no governo Dilma
Em: 02/12/2015 por: Por Carlos Faccina

Como sempre foi e sempre será quem paga a conta somos nós. Imprudência, leniência, irresponsabilidade e falta de mínima visão de como funciona a economia moderna fizeram com que o governo nos presenteasse com uma conta de difícil pagamento.

E não é somente a conta referente, acrescentam-se a ela, a inflação, o custo de vida, o aumento generalizado dos preços etc., mas pior é a ameaça dos empregos e destruição de carreiras arduamente construídas ao longo de duro trabalho, de tempo e de dinheiro dispendidos na formação.

Aqui vão dez quesitos, que podem ajudar o leitor, primeiro a sobreviver em 2015 e 2016 e dentro das possibilidades apresentadas continuar a carreira:

1- Não confie na recuperação da economia nos próximos 18 meses (analistas dos mais reputados prevêem a recuperação apenas no início de 2017 e mesmo assim de forma lenta).

2- Procure trabalhar com mais afinco, encarando os desafios com toda sua energia.

3- Se a sensação da dispensa bater, sem desespero, é hipótese até acontecer.

4- Difícil, mas mantenha o bom humor (isso o ajuda mentalmente e transmite confiança).

5- Esteja de olho no mercado, sempre existe uma porta a mais para ser aberta.

6- Poupe, se fazia algo em torno de 20% da renda mensal, caminhe para no mínimo 35%.

7- Colabore com os colegas mais do que fazia e não se ligue a grupos que só fazem falar da “desgraça imanente”.

8- Se você está correndo riscos de desemprego, lembre-se de que seu chefe também está.

9- Não hesite em recorrer a instrumentos que possam melhorar sua estabilidade emocional.

10- Trabalhe, trabalhe e foque todas as possibilidades de melhorar seu rendimento (afinal é da competitividade que se obtêm resultados na crise ou fora dela).

Em meus 35 anos de vida como executivo, passei por fases idênticas, não tão desmoralizantes como esta, visto que boa parte do que aí está, resulta não somente de incompetência administrativa, mas da corrupção desenfreada.

Estou torcendo para que tenha sorte.

*Carlos Faccina trabalhou 25 anos na Nestlé no Brasil e na Suiça, onde ocupou a Direção de RH, Assuntos Estratégicos e Públicos. É autor do livro "O Novo Profissional Competitivo: Mais Razão, Emoção e Sentimento na Gestão", da editora Campus. Mestre e Doutor em Ciências, professor universitário, conferencista e consultor reconhecido. É Professor da FAAP e BSP

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