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Como ser RH Business Partner
Em: 22/09/2015 por: Fonte: Linkedin
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Muito se fala hoje em potencializar a relevância do RH dentro das empresas. Os profissionais que atuam nesta área por certo têm escutado com frequência sobre a importância de contribuírem efetivamente com os negócios da organização. Mas como, de forma prática, caminhar rumo a uma gestão de pessoas mais estratégica?

Proximidade - Nada de se isolar. Um dos grandes empecilhos rumo a um RH Business Partner é a acomodação do departamento de Gestão de Pessoas é necessário que haja um esforço de aproximar-se da diretoria e das demais áreas de decisão da empresa.

“É verdade que, por vezes, a própria diretoria não dá muita abertura para esta proximidade, mas de nada adianta ao gestor de pessoas apenas fazer papel de vítima. É preciso mostrar interesse e negociar autorização para participar de reuniões de negócios importantes”.

Atração e Retenção - Atrair e reter profissionais que se alinhem à cultura e aos objetivos da empresa também é um passo importante para uma atuação estratégica do RH. Não basta selecionar pela capacitação técnica, é fundamental ampliar horizontes nos processos de recrutamento e garimpar executivos que contribuam com a circulação de conhecimento dentro da organização.

A rotatividade ocasiona uma ruptura extremamente negativa para a empresa. Processos de atração e retenção bem pensados contribuem muito com uma ação estratégica, ajudam a alavancar os negócios.

Participação - A sua empresa é uma fábrica? Esteja presente na linha de produção. É da área comercial? Faça visitas com representantes de vendas. O clichê funciona bem aqui: “não basta ser RH, é preciso participar”.

Conhecer bem o negócio, em todas as suas esferas, dá credibilidade ao gestor de pessoas perante os seus stakeholders e é um passo importante em busca do modelo Business Partner.

Compreensão - Ser capaz de ouvir é outro requisito fundamental para um RH capaz de interferir de maneira positiva nos negócios. “Não estou falando de estar aberto a receber desabafos e dar conselhos. Refiro-me à capacidade de se colocar no lugar do outro”.

Em empresas de grande porte, o RH deve ouvir os gestores de área, que estão próximos dos demais profissionais. Já em organizações menores, é possível dar espaço aos próprios colaboradores para que apresentem suas visões sobre a empresa.

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