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Fofoca, arrogância e procrastinação: bombas que podem minar sua carreira
Em: 03/02/2015 por: Vida Executiva por Bernt Entschev
Avalie sua postura. Afinal, pode ser que suas atitudes estejam atravancando seu sucesso Não é de hoje que se discute a influência do fator comportamental no desempenho dos profissionais e as consultorias têm dado cada vez mais importância à inteligência emocional. Isso ocorre, principalmente, porque para gerenciamento de crises, gestão e trabalho em grupo, é importante saber lidar com pessoas. Portanto, um profissional equilibrado é um diferencial no meio corporativo. Mas quando surgem comportamentos inadequados? Como enfrentá-los? Fofoca A fofoca atrapalha o trabalho em grupo, desestabiliza as relações profissionais, gera desconfiança entre colegas e faz com que os colaboradores gastem tempo se blindando contra ela – um período que poderia ser destinado à produção. Em geral, o fofoqueiro é alguém de baixa autoestima, que desconfia de todos e se vê numa competição por vezes inexistente. Ele costuma usar o artifício de jogar uns colegas contra os outros para obter vantagem. Além de comprometer o desempenho da equipe, a fofoca também é perigosa para a organização. Isso porque o profissional fofoqueiro não tem a capacidade de guardar informações, o que é uma ameaça para projetos sigilosos da empresa. Além do mais, ser fofoqueiro é um péssimo negócio para o profissional, pois ele perde credibilidade e oportunidades. Procrastinação É o hábito de deixar tudo para depois. Não são raros os casos de funcionários “enroladores” no mercado. O maior problema, além da baixa produtividade, é o que esse tipo de atitude acarreta como um todo nas empresas. A procrastinação pode causar estresse, insatisfação profissional, além de minar a motivação do grupo pelo trabalho. Isso porque delongar sempre as tarefas atrapalha o trabalho em grupo, pois um colaborador depende do trabalho do outro para realizar o próprio. É natural que com o adiamento contínuo da conclusão das tarefas, os resultados da organização tendem a cair. Uma excelente arma contra a procrastinação é estabelecer metas, organizar tarefas e enrijecer os prazos. Egocentrismo O profissional egocêntrico, ou arrogante, é aquele que acredita saber de tudo e entender de todos os assuntos – mesmo os que não lhe cabem. Esse comportamento geralmente mascara um perfil inseguro, pautado no medo do profissional de ser percebido como incompetente. A dificuldade se torna ainda maior quando o egocêntrico é o gestor. Chefes desse perfil podem prejudicar os subordinados, impedir que talentos se manifestem, tornar o clima organizacional desagradável, além de afetar negativamente os resultados da empresa. É importante que os profissionais se atentem para o próprio comportamento e também para a capacitação. As habilidades sociais são um grande diferencial no mercado de trabalho. Hoje, a maior causa de desligamentos é a inabilidade comportamental: quando o problema é baixo conhecimento técnico, cursos e atualizações podem resolver o problema, mas a inteligência emocional depende única e exclusivamente do profissional. Portanto, Avalie sua postura. Afinal, pode ser que suas atitudes estejam atravancando seu sucesso.
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