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Transformando a confraternização de fim de ano em estratégia de comunicação interna
Em: 02/12/2014 por: Roni de Oliveira Franco*
O ano está em sua reta final e, junto a isso, a organização das tradicionais festas de confraternização nas empresas. O formato mais tradicional prevê que líderes e colaboradores troquem lembranças de amigo-secreto, tenham um almoço ou um jantar, muitas vezes com uma atração musical especial – seja um cantor, banda ou DJ – ou mesmo qualquer outra atração de entretenimento. Momentos de congraçamento como esse são importantes para a cultura corporativa, porém a empresa pode tirar proveito das tradicionais confraternizações de final de ano para ir além: o setor de RH pode fazer dela uma estratégia empresarial para unir, motivar e engajar seus colaboradores. É importante que a empresa aproveite a situação mais solta e informal para passar mensagens de motivação, comemorar os resultados que foram alcançados durante o ano e refletir sobre as metas do ano vindouro. Para que o clima da ocasião não se torne denso, com as mensagens corporativas a serem passadas, é importante que, junto a isso, a empresa trabalhe com elementos surpresa aos colaboradores. Seja com ações inusitadas, uma atividade temática, algo que atrele o discurso a um sentimento de emoção e encantamento. É importante que esse mote crie uma memória positiva na equipe e assim ela absorva os conceitos a serem passados. Dentro dessa estratégia de fazer da festa de confraternização uma ação de comunicação interna, é de fundamental importância levar dois fatores em consideração: coerência e coesão. É vital que a empresa seja coerente com sua missão, visão, valores e tudo que passou durante todo o ano para os colaboradores. O que quero dizer com isso: não adianta deixar os valores organizacionais de lado e assumir outro verniz apenas porque é final de ano. Isso retira toda a credibilidade de qualquer suposto discurso numa ação de comunicação. Coesão, por sua vez, é primordial para que a mensagem seja passada e absorvida corretamente. Aqui, eu retorno ao conceito de missão, visão e valores: se eles não estiverem amarrados entre si e com os objetivos e metas a serem perseguidos, o risco de causar ruídos e fazer com que os colaboradores não compreendam o conteúdo a ser passado aumenta consideravelmente. Todos esses princípios devem estar firmemente atados um ao outro e falando a mesma língua. Comemoração e corporativismo não são e não devem ser conceitos divergentes, e sim complementares. O profissional de RH que souber tirar proveito disso e souber aplicar à sua equipe promove uma verdadeira alavanca de união e motivação do time. Os resultados certamente não tardarão a aparecer. *Roni de Oliveira Franco é Pós graduado em Marketing de Serviços, Administrador de empresas e sócio do Grupo TG&C – Trevisan Gestão & Consultoria
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