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Empresas brasileiras se adequam às necessidades femininas
Em: 21/11/2014 por: por Ana Maria Ramalho - G1

Segundo o último censo do IBGE, em média as mulheres ainda ganham quase metade do que os homens. Mas, aos poucos, elas vão conquistando mais espaço no mercado de trabalho e posições de liderança nas companhias. De olho nesse movimento, as empresas começam a desenvolver programas para suprir as necessidades e garantir o bem-estar dessas profissionais no ambiente corporativo.

Mesmo longe dos filhos, as mães dão um jeitinho de tê-los sempre por perto. A foto da Nina, filha única, não sai da mesa da Priscila.

“É uma delícia, depois que você consegue se adaptar, trabalhar num lugar que te deixa à vontade, aí é uma delícia, você curte mesmo”, conta Priscila Hygino, analista de comunicação da Walmart.

A Priscila trabalha como analista de comunicação de uma rede de supermercados. Na empresa, 54% do quadro de funcionários é formado por mulheres. Nos cargos de liderança, elas estão em menor proporção, 40%, mas esse número tende a aumentar.

“Pra gente é uma decisão de negócio, mesmo. Então, 73% dos nossos clientes são mulheres, que fazem compras nas nossas lojas para as suas casas, para as suas família. Mais do que correto a gente ter uma boa representação de mulheres nos nossos cargos de liderança principalmente”, diz Ana Paula Santos, vice-presidente de capital humano da Walmart.

A atenção com o sexo feminino está no DNA da empresa, que criou um conselho de mulheres, formado também por homens, para propor programas e discutir o desenvolvimento delas dentro da organização.

“Um horário flexível, onde a mãe pode sair para buscar o filho na escola, ou levar no pediatra, sem prejudicar o nosso negócio”, explica Ana Paula.

A empresa acabou de inaugurar uma sala de apoio à amamentação. A mãe tira leite na sala de uma forma muito mais confortável e higiênica do que se ela fizesse isso em um banheiro, por exemplo. Em uma outra sala ela pode guardar o leite em uma climatizadora até a hora de voltar para casa. Dessa maneira, ela consegue manter o aleitamento materno por muito mais tempo.

E elas também ganham espaço em áreas tradicionalmente masculinas. Em uma fábrica de produtos de beleza, metade da mão-de-obra é formada por trabalhadoras. E algumas ações ajudam a garantir o bem-estar, principalmente das que são mães. É o caso da Cristiane. Ela acabou de voltar de uma licença maternidade de seis meses. A funcionária ainda tem flexibilidade na carga horária, caso precise levar o bebê ao médico.

“Se a gente pede uma saída eles dão normal, a gente fala para o que é, é só trazer o comprovante depois, mas é tranquilo”. Diz Cristiane Lopes da Silva, operadora de máquinas da L Oréal.

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