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Estudar a distância: como é, como eu vejo e como o empregador vê.
Em: 09/09/2014

“Sou um estudante de educação a distância”. Só quem já contou isso aos pais ou aos amigos sabe a reação do outro participante da conversa. “Então, você não vai à escola? Deve ser moleza…” Exceto para quem estuda neste formato, muitos mitos ainda rondam essa forma de educação. Quem ouve falar em educação a distância pensa em pouco trabalho, pouco conteúdo e estudantes com muito tempo de folga. Mas, mero engano: esse tipo de ensino pode, sim, ser muito forte e agregar muito conhecimento para quem o escolhe. Depende, claro, do aluno e da instituição de ensino.

Como é? Muito embora envolva comodidade e conforto, por permitir se capacitar sem sair de casa e poder adaptar os horários de aula de acordo com a própria disponibilidade de tempo, a EaD (Educação a Distância) precisa de dedicação do aluno e, por isso, é trabalhoso e requer organização. Assim como em um curso presencial, é preciso fazer provas e se atentar à matéria, mas com a vantagem de fazê-lo em casa e não precisar se deslocar até a instituição de ensino.

Como eu, que estudo a distância, vejo? Quem opta por uma EaD, quando conta com uma instituição de qualidade, raramente quer voltar à opção presencial. Estudar a distância exige muita leitura obrigatória, muita disciplina no cumprimento de prazos e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade de horário. Para quem escolhe este tipo de formação, o EAD é visto como um futuro muito promissor da educação brasileira. Além disso, eu, que estudo a distância, também noto que preciso:

1. Organizar meu tempo, definindo o tempo necessário de dedicação aos estudos e respeitando-o;

2. Priorizar o curso, sempre cumprindo metas estabelecidas previamente em relação ao aprendizado;

3. Aproveitar a tecnologia oferecida pela instituição, recorrendo a ferramentas como vídeos, links, chats, fóruns e wikis para ter uma experiência completa e enriquecedora;

4. Cumprir os prazos das atividades e exames;

5. Certificar que a instituição de ensino escolhida oferece educação de qualidade.

Como os empregadores veem? Atualmente, as empresas tendem a ter menos resistência ao ensino a distância. Recrutadores, normalmente, tendem a enxergar em alunos que optam pelo EAD características imprescindíveis a um bom profissional, como organização, responsabilidade, cumprimento de prazos e bom aproveitamento de plataformas virtuais. Só por esses diferenciais, o estudante a distância, muitas vezes, já se destaca. Ainda, empregadores que apostam em inovação priorizam o conhecimento independentemente do fato de o candidato ter adquirido este aprendizado presencialmente ou por meio do e-learning (termo em inglês que remete à educação a distância).

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, que consultou oito dos maiores recrutadores do País, empregadores que procuram formados em muitos dos cursos a distância mais procurados no Brasil, acreditam que o formato a distância tem sido o mais aceito pelas empresas. Normalmente, esses casos remetem a cursos que não exigem tanta vivência em laboratório.

Na prática, os empregadores levam em consideração se a instituição em que a capacitação foi concluída é de qualidade. Por isso, é muito importante investir em instituições com bom reconhecimento, como o Inatel – Instituto Nacional de Telecomunicações.

Com quase 50 anos de casos de sucesso no Brasil e no mundo, o Inatel oferece diversas opções de cursos de extensão a distância, focados nas áreas de Comunicações por Satélite, Redes de Dados, Sistemas Celulares, Sistemas de Computação, Sistemas de Distribuição de Sinais de TV e Sistemas de Telecomunicações, com duração de 30 a 70 horas.

Baseada em credibilidade e confiança do mercado de trabalho, o instituto está localizado em Santa Rita do Sapucaí/MG, também chamada de “O Vale da Eletrônica”, um dos principais Polos de Tecnologia do Brasil. Entre outras vantagens, o Inatel oferece plataforma disponível de qualquer lugar a qualquer hora, livros digitais desenvolvidos no formato WEB e diagramados em PDF, vídeo aulas explicativas, jogos para testar o conhecimento, discussões profissionais e resolução de desafios, interações por fóruns, bate papos e vídeo chats, networking com pessoas que já atuam no mercado e metodologia que favorece a autonomia, a organização e a disciplina do aluno, além, claro, do acompanhamento ao aluno feito por uma equipe especializada.

Fonte: http://gizmodo.uol.com.br/

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