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Empresas apostam na divulgação de vagas de trabalho pela internet.
Em: 05/09/2014 por: Luiza Martin - Jornal A Notícia

Gestores têm investido nas ferramentas online e exploram as redes sociais na hora de contratar.

Esqueça o jornal e as agências. Hoje, a oferta de emprego que você está buscando pode estar na internet. Muitas empresas têm investido nas ferramentas online e exploram as redes sociais na hora de reforçar a equipe. Seja por anúncios patrocinados ou pela divulgação em grupos das redes sociais, cada uma tem buscado explorar os recursos online de acordo com suas próprias necessidades. Mas todas estão de olho nos perfis dos candidatos.

Ao divulgar uma vaga no Facebook, representantes da escola de idiomas Yázigi de Joinville, por exemplo, procuram e encontram, em 99% dos casos, o perfil do candidato que desejam. O diretor da franquia, André Soares, conta que olha fotos de perfil e postagens com a finalidade de verificar se o candidato se alinha aos propósitos da empresa. Candidatos às funções administrativas e financeiras, de acordo com ele, têm o perfil mais observado.

Filtro para candidatos

— O perfil na rede social, para mim, nunca foi crucial para a contratação, mas já foi muitas vezes balizador na análise de um candidato para a vaga. É uma ferramenta utilizada para filtrar os candidatos — diz Branco.

Assim como a escola de idiomas, para alguns cargos as redes sociais são avaliadas com mais minúcia. Diferentemente da escola, a Ciser investe em links patrocinados no Facebook quando se tratam de vagas específicas. Além do link “trabalhe conosco”, presente no site, Twitter, Linkedin e Google+ são outras redes que a empresa usa para se comunicar com os internautas, divulgar vagas e avaliar candidatos.

— As redes sociais criam um atalho para conhecermos melhor a personalidade dos candidatos, no qual comparamos resultados de testes e entrevistas com o tipo de exposição que ele têm nas redes sociais — comenta o gerente de gestão e pessoas da Ciser, Emerson Branco.

A escrita correta impressiona tanto quanto erros de grafia queimam o filme de um candidato.

— Escrever corretamente virou um diferencial — diz Branco.

Se as redes sociais são relevantes para selecionar candidatos do financeiro, do administrativo e de liderança, a importância delas redobra quando a função envolve operar as próprias mídias sociais.

Fique de olho

O que soa negativo para os recrutadores:

- Português ruim e descuido na escrita nas redes sociais.

- Comentários precon-ceituosos e homofóbicos.

- Excesso de postagens em festas, com bebidas ou em momentos íntimos.

- Posicionamentos negativos e antiprofissionais: reclamações sobre trabalho atual ou sobre o chefe, por exemplo.

- Informações desatualizadas.

Duas vagas em quatro meses

Com divulgação estratégica por meio das redes, a agência de publicidade CMC, de Jaraguá do Sul, optou por não usar jornais e agências de emprego para contratar dois profissionais nos últimos quatro meses: uma para a coordenação de social media e outra para business inteligence.

— A internet foi um canal que colaborou para agilizar o processo — garante o diretor digital da agência, Luis Hufenüssler.

O mineiro Thiago Ventura assumiu o cargo de business inteligence há três meses na agência. Ele estava no exterior e procurava por um emprego no Brasil, para quando voltasse. As redes sociais representavam a melhor forma de aproximação que Thiago poderia ter em relação a empresas do outro lado do Atlântico. Quando encontrou a vaga pelo Facebook, logo encaminhou currículo. Thiago trabalhava em uma startup europeia e viajou porque também desejava estudar inglês. Nenhuma pergunta sobre os perfis dele na rede foi feita durante a entrevista.

A coordenadora de social media, Andréa Senigalia, também não foi questionada pelas versões virtuais de si mesma, mas tem certeza que o perfil dela e a rede de contatos e interações contribuíram para a contratação há quatro meses.

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