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O apagão de competências
Em: 04/09/2014 por: Euclides Colombo

De acordo com recente estudo da Fundação Dom Cabral com as 76 maiores companhias do Brasil, falta gente qualificada para ocupar as vagas que surgem em virtude da aceleração do nosso crescimento econômico.

Entre as empresas consultadas pelos pesquisadores, 67% disseram ser “muito difícil” contratar funcionários competentes e qualificados para suas necessidades.

Como explicar essa realidade, se as estatísticas apontam para mais de oito milhões de desempregados?

O que se percebe, portanto, é uma distância enorme entre a demanda por pessoas qualificadas e a grande massa sem qualificação ou semi-analfabetas.

E mais: a dificuldade não está apenas em localizar e atrair candidatos graduados em curso superior, por exemplo. Neste cenário competitivo e globalizado, o profissional moderno deve estar apto a lidar com as novas tecnologias, além da capacidade de adaptação as mudanças e permanente revisão de métodos e conceitos.

Esse gargalo já denominado de “apagão profissional” caracterizado pela falta de talentos para atender tantas exigências, pode impedir o tão esperado crescimento sustentado de nossa economia.

Outro aspecto a destacar: na atualidade as hierarquias das organizações não são tão rígidas como há alguns anos. As estruturas ficaram menores, mas o volume de informações e a abrangência dos conhecimentos requeridos tornaram-se muito mais complexos.

Neste novo cenário, os colaboradores devem dispor de atributos como visão e capacidade de gerenciamento, algo antes exigido apenas dos profissionais que ocupavam cargos estratégicos. Exige-se novos posicionamentos das gerências, em geral ocupadas por técnicos e especialistas – que traçam diretrizes e coordenam projetos específicos. Neste contexto, disseminam-se, com êxito, os conceitos de autonomia, descentralização, iniciativa, criatividade empreendedorismo corporativo e pensamento sistêmico.

Incentivar a formação de profissionais com perfil adequado a esses desafios deve ser então, uma das prioridades das organizações e instituições de ensino brasileiras. O “apagão da mão-de-obra” já vem sendo percebido há algum tempo por empresários e pesquisadores.

Portanto, já estamos atrasados na busca de soluções. Pouco ou quase nada fizemos a respeito e agora é urgente correr atrás do prejuízo.

Fonte: http://www.institutocolombo.com.br/ 

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