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Estudo compara o perfil de universitários de quatro países, incluindo o Brasil
Em: 29/05/2014

Otimista, cada vez mais preparado e em busca de independência financeira. Esse é o perfil do universitário brasileiro segundo uma pesquisa realizada na Alemanha, China, Romênia e Brasil, encomendada pela matriz alemã do Grupo Continental, fornecedor de componentes automotivos.

Esse é o primeiro estudo realizado no Brasil pela empresa, com a ajuda do ICSA (Instituto de Ciências Sociais Aplicadas), que ouviu estudantes dos cursos de Engenharia, Ciências Naturais, Matemática, Informática e Economia. As perguntas foram focadas em vários temas, como ambições quanto à carreira, aspirações da geração atual em relação às condições de trabalho e equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Aqui, foram ouvidos 1.000 jovens e os resultados revelam que, em geral, eles têm muita confiança em suas chances profissionais.

Com mais de 80%, os estudantes brasileiros mostram ter o maior grau de autoconfiança e avaliam suas perspectivas de carreira como boas ou muito boas, o índice cai para 72% entre os alemães, 69% no caso dos jovens chineses e 63% para os romenos.

Essa atitude otimista reflete-se na avaliação de sua competitividade pessoal à escala internacional: um em cada dois avalia sua própria competitividade em nível internacional como boa ou muito boa. Os brasileiros mais uma vez mostraram ter grande autoconfiança, com 66%, ante 60% dos universitários da Alemanha e 59% dos romenos. Os chineses, com 44% são mais moderados na avaliação de sua competitividade.

Em todos os países, os estudantes do sexo masculino mostram mais autoconfiança do que suas colegas mulheres. A diferença entre a avaliação de homens e mulheres é de cerca de 10 pontos percentuais (Brasil, 70% de universitários para 59% de universitárias; Romênia, 61% para 50%; Alemanha, 64% para 57%; China: 49% para 38%).

Os participantes mostram ter desejos ambiciosos de carreira. Na Romênia (cerca de 30%) e no Brasil (mais de 40%), aqueles que já se encontram iniciando a carreira consideram estar em uma posição de liderança. Na Alemanha e na China são cerca de 20% dos universitários.

Aproximadamente metade dos estudantes alemães, cerca de 40% dos chineses, em torno de 30% dos romenos e cerca de 20% dos brasileiros consideram que, no início de sua vida profissional, já estarão em uma posição mediana. Após cinco anos mais de metade dos estudantes de todos os países consideram que terão uma posição de liderança (Alemanha, 52%; China, 54%; Romênia, 58%; Brasil, 68%). Após dez anos na vida profissional, já têm essa perspectiva mais de dois terços dos estudantes: Alemanha, 66%; China, 73%; Romênia, 70%; Brasil, 74%.

 

Equilíbrio entre vida, trabalho e diversidade


A Segurança financeira, assim como a Família e relacionamento são vistas como áreas centrais da vida no início da carreira, estando bem à frente nos estudantes da Romênia e do Brasil.

Na Alemanha, Profissão e emprego encontram-se no topo da agenda, seguidos de Família e relação e de Segurança financeira. Na China, Formação e qualificação ainda está à frente de Família e relacionamento e de Profissão e emprego. Formação e qualificação situa-se em terceiro lugar no Brasil e na Romênia.

A sondagem mostra também que a geração jovem deseja conseguir um bom equilíbrio entre família e vida profissional: 57% dos universitários na Alemanha, 56% no Brasil, 49% na Romênia e 40% na China dariam menos prioridade à carreira em favor da família.

Surpreendente é o fato de, com exceção da China, os estudantes do sexo masculino priorizarem menos os objetivos profissionais em favor da família (Alemanha: 59% de universitários para 55% de universitárias; Brasil: 58% para 52%; Romênia: 52% para 39%; China: 39% para 42%).

No que diz respeito às oportunidades de carreira, os estudantes consideram que os homens estão em vantagem. Na China e na Alemanha, dois em cada três consideram que os homens têm mais vantagens do que as mulheres. Na Romênia e no Brasil, somente cerca de um em cada três é que tem essa perspectiva. As estudantes alemãs são as que mais se consideram em desvantagem, pelo que 72% afirmam que os homens têm mais vantagens na carreira do que as mulheres – essa opinião é partilhada na China por 68%, na Romênia por 44% e no Brasil somente por 24% das estudantes questionadas.

 

País preferido


Quando se trata de saber em que país gostariam de eventualmente trabalhar no futuro, os Estados Unidos são a preferência: 78% dos brasileiros, 74% dos chineses, 65% dos romenos e 52% dos alemães.

Para a maioria, um emprego em outro país é atrativo se, sobretudo, for remunerado acima da média: 55% no Brasil, 51% na China e 45% na Alemanha e também na Romênia. Existir um prazo definido para o cargo no exterior é especialmente importante para os jovens na Alemanha (42%), na China (32%) e na Romênia (20%). Para os estudantes chineses (48%), brasileiros (34%) e alemães (24%) é importante haver uma boa preparação (e introdução à cultura) para a estadia em países estrangeiros.

Outros motivos que levariam os estudantes a aceitarem um emprego no estrangeiro são a falta de emprego adequado no próprio país (Brasil 28%, Alemanha 24%, Romênia 22% e China 14%) ou quando o posto de trabalho em país estrangeiro representa uma etapa de progresso na carreira (China 38%, Brasil 26%, Romênia 21% e Alemanha 16%).

Segundo o estudo, para 87% dos estudantes alemães, 79% dos brasileiros, 67% dos chineses e 65% dos estudantes romenos, a família e uma relação amorosa são os motivos mais importantes pelo qual não aceitariam um emprego em outro país. Em segundo lugar estão os amigos e conhecidos: 51% dos estudantes alemães, 34% dos brasileiros e 32% dos romenos, assim como dos chineses. Os dados evidenciam a importância da conciliação das vidas profissional e familiar.

Fonte: ABRH Nacional

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